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Mulher, mãe, jornalista, escritora, amante da vida. Eternamente feliz, deixando sempre a vida me levar...Em dezembro de 2008, descobri que tinha câncer de mama. Um choque! Como explicar ao meu filho de três anos e meio o que estava acontecendo? Nasceu, então, o livro Cadê seu peito, mamãe? que será lançado dia 27 de novembro, no Museu da República, no Rio de Janeiro, pela Editora Escrita Fina. A partir das 17h. Espero vocês lá. beijos

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Meus dois seios...Documentário maravilhoso!

Mes deux seins, journal d'une guérison

Atteinte d'un cancer du sein, la cinéaste Marie Mandy décide de filmer le processus qui la mènera à la guérison. Beau, triste et galvanisant.
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© RTBF

"Je suis malade, c'est vrai, mais je suis avant tout cinéaste." Marie Mandy apprend en 2007 qu'elle est atteinte d'un cancer du sein. Elle décide très vite de parler de sa maladie, pour "rester dans le monde des vivants". Elle écrit un journal, qui relate pas à pas l'évolution de son état. Et décide de réaliser un film autour du mal qui la ronge. Un ami caméraman la suivra donc pendant de longs mois, de doutes en déceptions, de rencontres en opérations. Elle enchâssera sur les images une narration en "je", portée par sa voix douce un peu fissurée.
L'une des premières scènes de son film, celle de la biopsie, la montre torse nu sur la table d'examen, tandis qu'on lui fore dans la poitrine. Une séquence crue mais sobre, à l'image d'un film qui plonge extrêmement profond dans l'intimité de sa génitrice, sans qu'on y ressente le malaise de s'incruster là où on n'est pas invité. D'abord parce que c'est Marie Mandy elle-même qui a décidé de se mettre à nu, de raconter son épopée contre la maladie: personne ne l'y a contrainte. Et puis parce qu'elle propose une réalité sans fard, mais pas sans poésie.
Mes deux seins est effectivement un documentaire (qui aura bientôt droit à une version web) d'une grande créativité, d'une beauté formelle stupéfiante, bercé par une musique qui cherche à souligner le propos plutôt qu'à tirer des larmes, habillé d'images oniriques, ponctué de respirations permettant au spectateur de s'arrêter un instant et de réfléchir au sens de ce qui vient d'être dit ou montré. Et du sens, il y en a beaucoup. Dans le sein, déjà. Ce qu'il représente, ce que signifie son absence... Dans le cancer, également, dysfonctionnement encore obscur du corps humain, vécu parfois comme une punition.

Plus jamais pareil

Une scène magnifique montre Marie Mandy qui s'enfonce dans la mer et marche vers l'horizon. Métaphore d'abandon et de mort... La documentariste écrira même son testament avant la première intervention destinée à lui retirer la tumeur qu'elle porte en elle.
Elle est toujours en vie. Elle a même guéri. Mais rien ne sera plus jamais pareil.
Road trip initiatique, récit de lutte, démonstration de l'inépuisabilité des ressources de l'être humain, Mes deux seins secoue, émeut. Et laisse au téléspectateur une sensation incroyable: celle d'être vivant, même s'il ne le sent pas toujours. C'est beau, c'est triste, c'est galvanisant... C'est un petit chef-d'oeuvre.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Um nódulo na mama é sempre um câncer?

Outubro RosaNão. Mas tem de ficar atenta, sempre! Um nódulo cancerígeno tende a ser duro e imóvel. Mas o meu, por exemplo, mexia...e finalmente era malígno. Acho que a pessoa tendo sentido um nódulo tem de marcar consulta para verificar. Normalmente, as mulheres têm nódulos nas mamas, mas repito, você deve ser diagnosticada por um médico especialista. Se você tem histórico familiar, sugiro ir diretamente ao mastologista. Se for num ginecologista, prefira aqueles que têm experiência com câncer...
beijos e até o próximo post.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Frase do dia...

Vivem somente os que lutam. (Victor Hugo)

Cauã Reymond duplamente engajado: prevenir e preservar

 

jeudi 7 octobre 2010 21:11:09

Cauã Reymond duplamente engajado: prevenir e preservar


Enquanto em “Passione” Danilo está em fase ‘menino mau’, na vida real, Cauã Reymond mostra que continua sendo bom moço. O ator acaba de aderir à campanha Avon Contra o Câncer de Mama e foi clicado pelas lentes de Eduardo Pozella vestindo a camiseta do laço rosa.

O ator está engajado com a prevenção da doença. “Realizar regularmente exame clínico das mamas e mamografia pode reduzir o assustador índice de 10 mil mulheres mortas por câncer de mama todos os anos no Brasil.” A camiseta também contribui para a preservação da natureza, pois cada uma é confeccionada a partir da reciclagem de duas garrafas plásticas. Com a produção das peças, será possível retirar do meio ambiente mais de 220 mil pets.

No dia 17 de outubro, das 9h às 16 horas, haverá uma grande mobilização Avon Contra o Câncer de Mama no Rio de Janeiro. O Aterro do Flamengo ficará cor-de-rosa em evento que contará com serviços, entretenimento, esportes e conscientização. Na Avenida Infante Dom Henrique, s/nº (em frente ao Restaurante Porcão Rio´s), haverá espaços para maquiagem, ioga, pilates, massagem, alongamento e reflexologia. Além de muita informação com palestras sobre o câncer de mama e dicas de nutrição. Mulheres com mais de 40 anos sairão do parque com data certa para posterior realização de mamografia Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti. O dia promete ainda outras surpresas, como show com Sandra de Sá.

Esse ano, a Campanha Avon Contra o Câncer de Mama traz três diferentes modelos de camisetas: 2 femininos e 1 masculino. Cada um deles custa R$ 15, com doação de R$ 4. Com a arrecadação, o Instituto Avon apoiará centros de detecção precoce de câncer de mama no Brasil. As camisetas podem ser encontradas nos folhetos de cosméticos da empresa ou pelo site http://www.institutoavon.org.br/ ou http://www.avoncontraocancerdemama.com.br/.


INFORMAÇÕES À IMPRENSA
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Outubro/2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Morar com a mãe, se separar, parar de estudar...até a cura

Morar com a mãe, se separar, parar de estudar...até a cura
Camila Neumam, do R7

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Demora no diagnóstico piora os sintomas do câncer, mas as chances de cura são altas
O tratamento de adolescentes com câncer é pouco estudado em comparação ao das crianças e adultos. A opinião é do oncologista pediatra Sidnei Epelman, 51 anos, presidente da Tucca (instituição sem fins lucrativos que oferece tratamento a crianças e adolescentes carentes com câncer). A Tucca trata adolescentes a partir dos 12 anos e adultos jovens, dos 21 aos 25 anos.
De acordo com o oncologista, há diferença na forma de se abordar um adolescente e como tratá-lo.
- Comparado ao tratamento do adulto, muda muito. O adolescente não quer fazer desenho. Por isso, temos uma lan house no ambulatório e um chef de cozinha, que dá aula de culinária.
A dona de casa Natália Rodrigues de Sousa, 21, é paciente da Tucca. Ela descobriu aos 19 anos, em dezembro de 2007, um neuroblastoma (câncer nas glândulas localizadas sobre os rins) depois de uma verdadeira saga por médicos de diferentes especialidades. Ela foi ao Hospital Geral de Guarulhos ao sentir fortes dores na barriga e nas pernas e depois de perder peso. Quatro meses depois, entre internações e diagnósticos diferentes, foi detectado o câncer.
- Falaram que eu tinha lúpus, reumatismo, fiquei quase dois meses indo e voltando do hospital. Foi com uma ressonância magnética que eu soube que era um tumor. Fiquei com raiva, porque depois da biópsia eu não sentia as pernas.
Desde então, Natália passou a se locomover com o auxílio de uma cadeira de rodas. Com o começo das sessões de quimioterapia na UTI, onde ficou por dois meses, perdeu totalmente o movimento das pernas. Casada, Natália se separou e não pode trabalhar por causa do tratamento e de suas reações. Ela passou a morar com a mãe, que cuida dela e de suas duas filhas com ajuda de uma tia, em Guarulhos (SP).
- Em julho [do ano passado] fiz a cirurgia que tirou o tumor e o rim direito. Fiz uma nova sessão de quimio e, em outubro, fiz o transplante de medula. Depois da cirurgia e do transplante, eu voltei a andar e não senti mais nada. Em novembro eu não estava mais internada.
Atualmente Natalia volta ao oncologista a cada dois meses e começa a fazer sessões de radioterapia a partir deste mês. Ela diz que mesmo quando não tem consultas, gosta de ir à Tucca para frequentar as aulas de culinária. "Adoro cozinhar", diz.
Outra paciente da Tucca, a estudante Carla Silva Feitosa, 15 anos, descobriu que tinha leucemia aos 13 e hoje está praticamente curada. Do tratamento, sobraram a quimioterapia por comprimidos, além do remédio para combater a trombose, fruto dos meses em que usou uma cadeira de rodas.
Assim como os demais casos, o diagnóstico do câncer de Carla demorou a aparecer. Primeiro, os médicos disseram que era tuberculose, por causa das dores que ela sentia no pulmão. Depois diagnosticaram um tumor no próprio órgão. Como a sua situação de saúde não melhorava, Carla foi parar na UTI do hospital Santa Marcelina, em Itaquera (zona norte de São Paulo), onde ficou por 22 dias, até começarem as sessões de quimioterapia.
- Eu vomitava muito, entrei em depressão, porque meu cabelo começou a cair. Fiquei dias sem dormir, porque achava que ia morrer, e também não conseguia comer. Cheguei a pesar 34kg. Antes, eu pesava 63kg.
Depois de sair da UTI, Carla permaneceu mais um mês internada até voltar para casa. Hoje, já está andando e voltou a estudar na sexta série. Agora seus objetivos são estudar e namorar.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Frase do dia...

"O importante não é vencer todos os dias, mas lutar sempre.", de Rivalcir Liberato

O que é cancer de mama?

O câncer de mama é um tumor malígno. Isto é, ele é se da a origem do crescimento e a multiplicadação desordenada das células, que formam um tumor. Quando o tumo é se diz maligno ele tem a característica de originar

metástases

, ou seja, invadir outras células sadias à sua volta. Podendo cair na corrente sangüínea, chegando em outras partes do corpo, atingindo outras células saudáveis, criando novos tumores.

Com os tumores do tipo benigno não ocorre o mesmo. Seu crescimento é mais lento, se estabilizando em um certo tamanho, também não se epalhando para outros orgãos. Comuns também na região das mamas. Muitas vezes os tumores que aparecem nessa região são benignos, como os

cistos

e os

fibroadenomas

, por exemplo. Os cistos são "caroços" dolorosos que aumentam de tamanho antes da menstruação. Os fibroadenomas não se transformam em câncer e muitas vezes pode ser retirado com uma pequena cirurgia, muitas vezes feitas com um anestesia local. Eles não se transformam em câncer. Realmente o que se deve preocupar mais são com os tumores malignos, como o câncer de mama que cresce rapidamente e indolor. Devem ter diagnóstico e ter seu tratamento com a maior urgência possível para que se possa evitar ter a perda da mama ou mesmo lesões mais sérias.
É de estrema importância estar vem informado do diagnóticos, efeitos colaterais, como fazer o tratamento e de todos os procedimentos, principalmente para familiares e cuidadores de pacientes atravessando essa jornada.