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Mulher, mãe, jornalista, escritora, amante da vida. Eternamente feliz, deixando sempre a vida me levar...Em dezembro de 2008, descobri que tinha câncer de mama. Um choque! Como explicar ao meu filho de três anos e meio o que estava acontecendo? Nasceu, então, o livro Cadê seu peito, mamãe? que será lançado dia 27 de novembro, no Museu da República, no Rio de Janeiro, pela Editora Escrita Fina. A partir das 17h. Espero vocês lá. beijos

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Cauã Reymond duplamente engajado: prevenir e preservar

 

jeudi 7 octobre 2010 21:11:09

Cauã Reymond duplamente engajado: prevenir e preservar


Enquanto em “Passione” Danilo está em fase ‘menino mau’, na vida real, Cauã Reymond mostra que continua sendo bom moço. O ator acaba de aderir à campanha Avon Contra o Câncer de Mama e foi clicado pelas lentes de Eduardo Pozella vestindo a camiseta do laço rosa.

O ator está engajado com a prevenção da doença. “Realizar regularmente exame clínico das mamas e mamografia pode reduzir o assustador índice de 10 mil mulheres mortas por câncer de mama todos os anos no Brasil.” A camiseta também contribui para a preservação da natureza, pois cada uma é confeccionada a partir da reciclagem de duas garrafas plásticas. Com a produção das peças, será possível retirar do meio ambiente mais de 220 mil pets.

No dia 17 de outubro, das 9h às 16 horas, haverá uma grande mobilização Avon Contra o Câncer de Mama no Rio de Janeiro. O Aterro do Flamengo ficará cor-de-rosa em evento que contará com serviços, entretenimento, esportes e conscientização. Na Avenida Infante Dom Henrique, s/nº (em frente ao Restaurante Porcão Rio´s), haverá espaços para maquiagem, ioga, pilates, massagem, alongamento e reflexologia. Além de muita informação com palestras sobre o câncer de mama e dicas de nutrição. Mulheres com mais de 40 anos sairão do parque com data certa para posterior realização de mamografia Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti. O dia promete ainda outras surpresas, como show com Sandra de Sá.

Esse ano, a Campanha Avon Contra o Câncer de Mama traz três diferentes modelos de camisetas: 2 femininos e 1 masculino. Cada um deles custa R$ 15, com doação de R$ 4. Com a arrecadação, o Instituto Avon apoiará centros de detecção precoce de câncer de mama no Brasil. As camisetas podem ser encontradas nos folhetos de cosméticos da empresa ou pelo site http://www.institutoavon.org.br/ ou http://www.avoncontraocancerdemama.com.br/.


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Outubro/2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Morar com a mãe, se separar, parar de estudar...até a cura

Morar com a mãe, se separar, parar de estudar...até a cura
Camila Neumam, do R7

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Demora no diagnóstico piora os sintomas do câncer, mas as chances de cura são altas
O tratamento de adolescentes com câncer é pouco estudado em comparação ao das crianças e adultos. A opinião é do oncologista pediatra Sidnei Epelman, 51 anos, presidente da Tucca (instituição sem fins lucrativos que oferece tratamento a crianças e adolescentes carentes com câncer). A Tucca trata adolescentes a partir dos 12 anos e adultos jovens, dos 21 aos 25 anos.
De acordo com o oncologista, há diferença na forma de se abordar um adolescente e como tratá-lo.
- Comparado ao tratamento do adulto, muda muito. O adolescente não quer fazer desenho. Por isso, temos uma lan house no ambulatório e um chef de cozinha, que dá aula de culinária.
A dona de casa Natália Rodrigues de Sousa, 21, é paciente da Tucca. Ela descobriu aos 19 anos, em dezembro de 2007, um neuroblastoma (câncer nas glândulas localizadas sobre os rins) depois de uma verdadeira saga por médicos de diferentes especialidades. Ela foi ao Hospital Geral de Guarulhos ao sentir fortes dores na barriga e nas pernas e depois de perder peso. Quatro meses depois, entre internações e diagnósticos diferentes, foi detectado o câncer.
- Falaram que eu tinha lúpus, reumatismo, fiquei quase dois meses indo e voltando do hospital. Foi com uma ressonância magnética que eu soube que era um tumor. Fiquei com raiva, porque depois da biópsia eu não sentia as pernas.
Desde então, Natália passou a se locomover com o auxílio de uma cadeira de rodas. Com o começo das sessões de quimioterapia na UTI, onde ficou por dois meses, perdeu totalmente o movimento das pernas. Casada, Natália se separou e não pode trabalhar por causa do tratamento e de suas reações. Ela passou a morar com a mãe, que cuida dela e de suas duas filhas com ajuda de uma tia, em Guarulhos (SP).
- Em julho [do ano passado] fiz a cirurgia que tirou o tumor e o rim direito. Fiz uma nova sessão de quimio e, em outubro, fiz o transplante de medula. Depois da cirurgia e do transplante, eu voltei a andar e não senti mais nada. Em novembro eu não estava mais internada.
Atualmente Natalia volta ao oncologista a cada dois meses e começa a fazer sessões de radioterapia a partir deste mês. Ela diz que mesmo quando não tem consultas, gosta de ir à Tucca para frequentar as aulas de culinária. "Adoro cozinhar", diz.
Outra paciente da Tucca, a estudante Carla Silva Feitosa, 15 anos, descobriu que tinha leucemia aos 13 e hoje está praticamente curada. Do tratamento, sobraram a quimioterapia por comprimidos, além do remédio para combater a trombose, fruto dos meses em que usou uma cadeira de rodas.
Assim como os demais casos, o diagnóstico do câncer de Carla demorou a aparecer. Primeiro, os médicos disseram que era tuberculose, por causa das dores que ela sentia no pulmão. Depois diagnosticaram um tumor no próprio órgão. Como a sua situação de saúde não melhorava, Carla foi parar na UTI do hospital Santa Marcelina, em Itaquera (zona norte de São Paulo), onde ficou por 22 dias, até começarem as sessões de quimioterapia.
- Eu vomitava muito, entrei em depressão, porque meu cabelo começou a cair. Fiquei dias sem dormir, porque achava que ia morrer, e também não conseguia comer. Cheguei a pesar 34kg. Antes, eu pesava 63kg.
Depois de sair da UTI, Carla permaneceu mais um mês internada até voltar para casa. Hoje, já está andando e voltou a estudar na sexta série. Agora seus objetivos são estudar e namorar.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Frase do dia...

"O importante não é vencer todos os dias, mas lutar sempre.", de Rivalcir Liberato

O que é cancer de mama?

O câncer de mama é um tumor malígno. Isto é, ele é se da a origem do crescimento e a multiplicadação desordenada das células, que formam um tumor. Quando o tumo é se diz maligno ele tem a característica de originar

metástases

, ou seja, invadir outras células sadias à sua volta. Podendo cair na corrente sangüínea, chegando em outras partes do corpo, atingindo outras células saudáveis, criando novos tumores.

Com os tumores do tipo benigno não ocorre o mesmo. Seu crescimento é mais lento, se estabilizando em um certo tamanho, também não se epalhando para outros orgãos. Comuns também na região das mamas. Muitas vezes os tumores que aparecem nessa região são benignos, como os

cistos

e os

fibroadenomas

, por exemplo. Os cistos são "caroços" dolorosos que aumentam de tamanho antes da menstruação. Os fibroadenomas não se transformam em câncer e muitas vezes pode ser retirado com uma pequena cirurgia, muitas vezes feitas com um anestesia local. Eles não se transformam em câncer. Realmente o que se deve preocupar mais são com os tumores malignos, como o câncer de mama que cresce rapidamente e indolor. Devem ter diagnóstico e ter seu tratamento com a maior urgência possível para que se possa evitar ter a perda da mama ou mesmo lesões mais sérias.
É de estrema importância estar vem informado do diagnóticos, efeitos colaterais, como fazer o tratamento e de todos os procedimentos, principalmente para familiares e cuidadores de pacientes atravessando essa jornada.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Frase do dia...

Encontre-se, antes que seja tarde demais...

"Não espere por uma crise para descobrir o que é importante na sua vida."

(Platão)

Cancer de mama pode provocar problemas sexuais, do site do yahoo

Um novo estudo mostrou que 70% das mulheres que tiveram câncer de mama passam por problemas sexuais depois de que a doença já foi curada. Realizada com mais de 1700 mulheres, a pesquisa feita pela Monash University e publicada no Journal of Sexual Medicine descobriu que as disfunções sexuais acontecem com mais frequência até dois anos após o diagnóstico.

Mais de 80% delas responderam um questionário afirmando que tinham uma vida sexual ativa e satisfatória antes da doença. Mas, mesmo depois de retirarem o câncer, 70% delas agora têm problemas sexuais. O principal motivo, segundo os autores do estudo, é causado pela preocupação sobre o corpo que as mulheres desenvolvem depois de passar pela cirurgia de retirada da mama.

A insegurança sobre como o parceiro vai reagir afeta o psicológico da mulher, e acaba diminuindo a qualidade do sexo para a mulher. Além disso, remédios específicos para câncer de mama podem ter como efeito colateral, sintomas relacionados à menopausa, como ondas de calor, suor noturno, o que causa problemas para a vida sexual.  
Terapias endócrinas, em particular os que controlam os níveis de aromatase - enzima que controla a produção de estrógeno - podem também piorar esses sintomas de menopausa.

De acordo com o estudo, a maioria das mulheres pode voltar a ter uma vida sexual satisfatória. O primeiro passo é procurar ajuda psicológica, que ajudará no processo de adaptação às novas características do corpo. Outras medidas como alimentação adequada, atividades físicas, cuidados médicos e principalmente ter planos para o futuro, mantêm a autoestima e melhoram a vida sexual.  

Previna-se
A segunda maior causa de mortalidade entre as mulheres, o câncer de mama, quando diagnosticado e tratado precocemente, aumenta em muito as chances de sobrevivência das pacientes. As mulheres podem e devem ter participação ativa nesta detecção ao realizarem avaliações regulares com mamografias e exames clínicos da mama e até mesmo pelo autoexame diário e/ou mensal.

Deve-se lembrar que um autoexame mensal não substitui a mamografia de triagem ou os exames clínicos de mama realizados por um profissional da saúde em mulheres acima de quarenta anos.

Uma mamografia de triagem é a melhor ferramenta disponível para detectar precocemente o câncer de mama, antes mesmo do surgimento de sintomas. Estudos demonstram que a realização de mamografia de triagem diminui o risco de morte pelo câncer de mama.